
Quando ainda eram pequenos, os filhos de Maria tinham pouco contato afetivo com a mãe e o pai, que não paravam de trabalhar dia e noite. Maria também não admitia crianças em seu quarto. Para os filhos o quarto dos pais era como um santuário que deviam respeitar.
Maria com a vida tensa e cansativa que levava, era pouco carinhosa e só distribuía abraços aos filhos nos aniversários e no Natal. A filha Aninha em ocasião das festas de Natal, depois da oração, se punha a tremer de emoção na espera do abraço da mãe.

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